Fundo de Ações

Fundos que tem como objetivo principal Investir em títulos e valores mobiliários de empresas listada na Bovespa. Para isso utiliza-se diversas estratégias como: macro, setorial, fundamentalista e valuation entre outras para agregar valor ao cotista numa gestão qualificada e diluir o risco do fundo. Os fundos de Investimentos em ações possibilitam maiores ganhos nolongo prazo, porem é preciso ter um planejamento pois os investimentos em renda vraivel possuem uma maior volatilidade assim como um comprovado melhor retorno ao longo do tempo. Por essa razão, nosso fundo tem como objetivo superar o IBOVESPA, em prazos superiores há três anos.

Isso torna nossos fundos mais inteligentes, pois leva em conta o objetivo e planejamento do cliente. A diversificação nas estratégias reduzem a volatilidade.

Sempre consideramos cenários de stress macroeconômicos em nossos modelos ao avaliar uma nova alternativa de investimento, seguindo rigorosos limites de risco através do monitoramento contínuo e profundo dos investimentos.

Multimercado

HORUS PROFIT

O Horus Profit é um fundo de investimentos Multimercado Multiestratégia que tem como , objetivo gerar retornos reais superiores ao CDI com foco em operações de diferentes estratégias, dentre elas operações de arbitragem e estratégias long short, através de uma gestão apurada visando um grau de risco moderado.

Nosso processo de investimento compreende análise profunda e detalhada das oportunidades oferecidas no mercado.

Sempre consideramos cenários de stress macroeconômicos em nossos modelos ao avaliar uma nova alternativa de investimento, seguindo rigorosos limites de risco – VaR e Stress Test – através do monitoramento contínuo e profundo dos investimentos.

Isso torna nossos fundos mais inteligentes, pois leva em conta o objetivo e planejamento do cliente. A diversificação nas estratégias reduzem a volatilidade.

Sempre consideramos cenários de stress macroeconômicos em nossos modelos ao avaliar uma nova alternativa de investimento, seguindo rigorosos limites de risco através do monitoramento contínuo e profundo dos investimentos.

Fundo de renda fixa

Fundos que buscam retorno por meio de investimentos em ativos de renda fixa, sendo esta caracterizado pela remuneração paga em intervalos pré definidos e em condições pré definidas. Admitindo-se estratégias que impliquem replicar a rentabilidade dos indicies de preço do mercado doméstico (inflação).

Devem manter, no mínimo, 80% de sua carteira em títulos públicos federais, ativos com baixo risco de crédito ou sintetizados, via derivativos, com registro e garantia das câmaras de compensação.

Fundo de Investimento em Participação (FIP)

Os Fundos de Investimento em Participação (FIP), forma bastante utilizada na estruturação de fundos de private equity no Brasil, são uma alternativa inteligente para investidores qualificados. Uma de suas características marcantes é a exigência legal de participação efetiva dos FIPs na definição da política estratégica e de gestão das companhias investidas, o que traz ao investidor a segurança de que os recursos aportados serão utilizados de acordo com diretrizes pré-definidas.

Os FIPs podem atuar de duas maneiras. Na primeira, onde suas cotas são destinadas à distribuição pública, através da qual se busca no mercado de capitais investidores para um ou mais projetos. Na segunda opção, um investidor ou um pequeno grupo decide pela criação de um fundo como veículo para a realização do investimento. São os chamados FIPs restritos. É comum, ainda, a celebração de contratos de associação entre os investidores, similares aos acordos de acionistas das sociedades por ações. Desta forma, são estabelecidos alguns direitos e obrigações pertinentes a um grupo de investidores num cenário de aplicação conjunta.

Os FIPs devem ser constituídos sob a forma de condomínio fechado e destinam-se à aquisição de ações, debêntures, bônus de subscrição ou outros títulos e valores mobiliários conversíveis ou permutáveis em papéis de companhias abertas ou fechadas. A estruturação dos FIPs, regulamentada pela Instrução 391 da CVM, é extremamente flexível, permitindo a composição de interesses dos participantes. O funcionamento dos FIPs depende de seu prévio registro na CVM. Sua autorização será automaticamente concedida mediante o protocolo de documentos previstos na referida instrução.

A aplicação em um FIP pode ser efetivada à vista ou através de compromisso, mediante o qual o investidor fica obrigado a aportar capital à medida que o administrador do fundo faz as chamadas, conforme estabelecido no contrato. A opção de se estabelecer um compromisso de investimento é interessante porque permite que o desembolso de recursos somente ocorra após a procura e a localização, pelo FIP, das empresas em que pretende investir.

A política de investimento a ser adotada pelo gestor, através da qual serão escolhidos os ativos nos quais o FIP aplicará, será estabelecida no seu regulamento, que determinará também os riscos e todos os demais fatores envolvidos na operação, inclusive o tratamento a ser dado aos direitos decorrentes dos ativos de sua carteira — o pagamento de dividendos, os juros sobre capital próprio, entre outros.

Fundo Imobiliário

Os Fundos Imobiliários, à semelhança dos fundos de ações, renda fixa, derivativos, etc., são regulados, fiscalizados e têm seu funcionamento autorizado pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários, por se tratar de captação de recursos do público para investimento.

São investimentos lastreados em imóveis, recebíveis e debêntures do setor imobiliário ou seja, instrumentos financeiros que transformam os imóveis em papéis negociáveis.

Estes, por sua vez, são adquiridos por grupos de investidores interessados em aplicar recursos, solidariamente, no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou imóveis prontos. O fundo pode manter parte de seu patrimônio em caixa, tendo em vista sua necessidade de liquidez.

O patrimônio de um Fundo Imobiliário pode ser formado por um ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos, entre outras opções.

Todos os tipos de investimentos com lastro imobiliário podem formar o patrimônio destes fundos, tais como:
> Cotas de outros Fundos Imobiliários;
> Ações de empresas ou SPE´s (Sociedade de Propósito Específico) com foco no mercado imobiliário;
> Títulos de renda fixa lastreados em créditos imobiliários como CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários);
> Cotas de FDICs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios).


Os Fundos Imobiliários unem a solidez de um empreendimento imobiliário (shoppings, prédios comerciais, hospitais, parques temáticos etc) à liquidez dos fundos de ações. É uma alternativa de investimento recente no mercado brasileiro, mas que cresce a cada ano em razão dos benefícios tributários e do grande crescimento do setor imobiliário no Brasil. Os FIIs são regulamentados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão responsável pela regulamentação dos fundos imobiliários, autorizando e acompanhando os demonstrativos financeiros.

Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC)

Muito parecido com os fundos tradicionais, os “FIDCs” são constituídos como um condomínio de cotas, onde o patrimônio liquido pertence, simultaneamente, a muitas pessoas, no caso os cotistas. São investimentos de médio e longo prazo que aplicam seus recursos em recebíveis, como desconto de duplicatas, exportações, aluguéis e crédito consignado.

Destina-se à aplicação superior a 50% do patrimônio em direitos creditórios e em títulos representativos desses direitos, originários de operações nos segmentos financeiro, comercial, industrial, de arrendamento mercantil e de prestação de serviços.

Entende-se por direito creditório o fluxo de crédito que a empresa tem a receber, captando esses recursos no mercado, atendendo a condições, por meio da securitização destes recebíveis, ou seja, a transformação deste fluxo em ativos financeiros.

Existem 2 tipos de cotas:

· Subordinadas: cedem o direito de preferência para as cotas Seniores para fim de resgate e amortização. São geralmente subscritas pelos empreendedores do Fundo e funcionam como colchão de garantia para as cotas Seniores.

· Seniores: têm preferência para fins de resgate e amortização e remuneração pré-definida.

Razão de garantia: relação entre o valor das cotas Seniores e o Patrimônio Líquido do Fundo. É o grau de garantia que o investidor tem nos seus investimentos juntos aos FIDCs.